De 12/05 a 20/05/2011 o Senac realiza a semana da enfermagem, serão apresentados palestras, mesa redonda, filmes, atendimento ao publico.O tema é definido pela ABEn entre as questões que a entidade considera mais relevantes para a enfermagem e a sociedade.
Entrada franca, aberta a população
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Robôs Cirurgicos
Robôs cirúrgicos
A primeira geração de robôs cirúrgicos já está sendo instalada em diversas salas de cirurgia ao redor do mundo. Eles não são verdadeiros robôs autônomos, que realizam cirurgias sozinhos, mas fornecem ajuda mecânica aos cirurgiões. Essas máquinas ainda requerem um médico para manuseá-las e fornecer instruções. O controle remoto e a ativação por voz são os métodos pelos quais esses robôs cirúrgicos são controlados.
Tipos de instrumentos usados pelo Sistema Cirúrgico da Vinci |
A robótica está sendo introduzida na medicina porque permite maior controle e precisão dos instrumentos cirúrgicos, com procedimentos minimamente invasivos. Até agora, essas máquinas foram usadas para posicionar um endoscópio, efetuar cirurgias da vesícula biliar e corrigir refluxo gastroesofágico e azia. A meta principal do campo da cirurgia robótica é projetar um robô que possa ser usado para efetuar cirurgias de coração sem abertura da caixa torácica. De acordo com um fabricante, dispositivos robóticos poderiam ser usados em mais de 3,5 milhões de procedimentos médicos por ano somente nos Estados Unidos. Eis três robôs cirúrgicos que foram desenvolvidos recentemente:
- Sistema Cirúrgico da Vinci
- Sistema Cirúrgico Robótico ZEUS
- Sistema Robótico AESOP
- um console de visualização e controle
- uma unidade de braço cirúrgico
Usando o da Vinci para uma cirurgia de vesícula biliar, 3 incisões (de diâmetro inferior ao de um lápis) são feitas no abdômen do paciente e permitem a inserção de 3 hastes de aço inoxidável. As hastes são mantidas no local por três braços robóticos. Uma das hastes é equipada com uma câmera, ao passo que as outras duas são equipadas com instrumentos cirúrgicos capazes de dissecar e suturar o tecido da vesícula biliar. Ao contrário da cirurgia convencional, esses instrumentos não são tocados diretamente pelas mãos do médico.
Foto cedida pela Intuitive Surgical A visão do cirurgião ao utilizar o Sistema Cirúrgico da Vinci |
Há poucos metros da mesa de operação, no console de controle, o cirurgião olha no visor para examinar as imagens em 3D enviadas pela câmera no interior do paciente. As imagens mostram o local da cirurgia e os dois instrumentos cirúrgicos instalados nas extremidades de duas das hastes. Controles similares a joysticks localizados logo abaixo da tela são usados pelo cirurgião para manipular os instrumentos cirúrgicos. Cada vez que um dos joysticks é movido, um computador envia um sinal eletrônico para um dos instrumentos, que é movimentado em sincronia com os movimentos das mãos do cirurgião.
Outro sistema robótico que está prestes a ser aprovado pela FDA é o Sistema ZEUS, fabricado pela Computer Motion (a um custo de US$ 750 mil), que já está disponível na Europa. Entretanto, ambos os sistemas, da Vinci e ZEUS, precisam receber aprovação governamental para cada procedimento em que serão utilizados. O ZEUS possui uma configuração similar à do sistema da Vinci: possui uma estação de trabalho computadorizada, uma tela de vídeo e controles manuais usados para mover os instrumentos cirúrgicos instalados na mesa. Enquanto o sistema ZEUS ainda não foi liberado para uso nos Estados Unidos não ser para testes clínicos, os médicos alemães já usam o sistema para realizar cirurgias de ponte de safena. O sistema ZEUS utiliza a assistência do Sistema Robótico AESOP (sigla em inglês para Sistema Endoscópico Automatizado para Posicionamento Ideal). Lançado pela Computer Motion em 1994, o AESOP foi o primeiro robô a ser liberado pela FDA para assistência de cirurgias em salas de operação. O AESOP é mais simples do que os sistemas da Vinci e ZEUS. Trata-se de um braço mecânico usado pelo médico para posicionar o endoscópio (câmera cirúrgica inserida no paciente). Pedais ou um software ativado por voz permitem que o médico posicione a câmera, deixando suas mãos livres para prosseguir com a operação.
Fonte:http://saude.hsw.uol.com.br/cirurgia-robotica1.htm
Conclusão:Esta modernidade vai nos beneficiar com cirurgias com menos riscos de infecção para o paciente, uma recuperação no pós operatorio mais rapido, devido a menor agressão interna aos orgãos.Acredito que em mais algumas decadas so teremos este tipo de cirurgias.
Cuidadores de paciente de Alzheimer correm risco de desenvolver demência
Pessoas que prestam cuidados a pacientes de Alzheimer têm mais probabilidade de sofrerem de demência. “É incrivelmente irônico, mas também faz sentido”, afirma o pesquisador Peter P. Vitaliano, da Universidade de Washington (EUA).
Conclusão: Os profissionais da área da saúde tende a desenvolver varias doenças de fundo emocional e neurologico, não sabendo separar os problemas do cliente de sua vida pessoal, e acaba absorvendo a dor do fisica e emocional do cliente
As funções de um cuidador envolvem muitos fatores que aumentam as chances de o indivíduo sofrer debilitação cognitiva e outros problemas, como o estresse crônico, isolamento social e depressão. A pessoa pode também adotar hábitos poucos saudáveis, como se exercitar menos e comer alimentos pouco nutritivos.
Um estudo feito em 2004, na universidade Harvard, mostrou que esposas idosas que tomavam conta de maridos doentes tinham 31% mais chances de receberem notas mais baixas em testes que mediam função cognitiva, quando comparadas a mulheres da mesma idade que não prestavam cuidados. Em 2010, um estudo acompanhou mais de 1.200 casais idosos por 12 anos, e descobriu que os cônjuges de pessoas que sofriam de demência tinham 600% mais chances de desenvolverem a mesma condição.
“É aterrorizante”, diz a assistente social Leah Eskenazi. “As pessoas colocam suas vidas em espera para cuidarem de outra pessoa, para cuidarem de um cônjuge. E pensar que fazer isso os coloca em risco de estarem na mesma situação, e eles vêem a pessoa decaindo – especialmente com a demência – é uma doença assustadora”.
Portanto, é preciso que as pessoas que prestam cuidados dêem atenção também à sua própria saúde. O aconselhamento médico é essencial, e atitudes simples como exercícios físicos e atividades de lazer podem ajudar o cuidador a impedir a debilitação das suas capacidade cognitivas.
A pesquisa foi publicada no Journal of the American Geriatrics Society.
Fonte: Uol Noticias
Conclusão: Os profissionais da área da saúde tende a desenvolver varias doenças de fundo emocional e neurologico, não sabendo separar os problemas do cliente de sua vida pessoal, e acaba absorvendo a dor do fisica e emocional do cliente
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